Quem Ele é?

 Eu sei quem Ele é, mas eu sei da maneira simples, Ele é Deus e ponto. Mas, é muito mais, muito além de ser Deus, deus é uma palavra totalmente limitada, não representa quem Ele é, e mesmo que eu fique aqui buscando incessantemente querendo saber quem Ele é eu não vou chegar a porcentagem que eu desejo chegar. Porém, é o que Ele espera de mim, Ele não quer as minhas obras, não quero o meu dinheiro, não quer nem o que eu sou, Ele não se importa se eu sou má, se eu não sou má, se eu sou inocente ou se eu não sou, Ele quer que eu busque conhecer a Ele.
Não é um pensamento simplista, porque buscar conhecer quem Ele é não é nada simples. Mas acaba sendo simplista porque acaba diminuindo todas as outras coisas que precisamos fazer, mas, aí deixa de ser simplista novamente, pois a medida que eu busco quem Ele é e Ele me deixa o conhecer, porque Ele não tem uma carta de apresentação, Ele espera que nos acheguemos ao trono na graça e o conheçamos, e à medida que eu O conheço eu começo incondicionalmente a fazer aquilo que Ele espera que eu faça. Logo, a misericórdia e a graça são armas para que possamos continuar a busca por quem Ele é. Seremos perdoados não por nosso bom ser, e isso traz até um consolo para a minha má alma, não serei perdoada por me tornar boa, eu serei boa, por ser perdoada!

Hoje tem guerra!

Todo dia, tudo está em guerra. Não é guerra por territórios, é guerra pela paz. Estamos, pelo menos enquanto vivermos, lutando insipidamente dia após dia, sem ao menos se dar conta da luta que nos cerca. Luta essa que nos faz avançar os nossos dias e sob o pôr do Sol termina-lo bem ou mal. Luta que nos tira a paz e luta que nos traz a paz, quem define o que ela trará somos nós mesmos. Em meio aos dardos do inimigo, em meio aos barulhos estrondosos das explosões, em meio ao caos, somos feridos e expostos constantemente, arrastamo-nos em meio a terra manchada e marchamos em direção à paz, tão perto e tão longe de nós. Quanto mais perto, mais feridos, mais sangrentos, mais confusos e perdidos. A paz parece sumir de nosso alcance e tudo o que podemos ver é a dor que corta a alma, como se ela não existisse mais. Afinal, onde pode estar a paz em meio à guerra, já que a paz é a ausência da guerra, como guerreamos pela paz? A paz na guerra? Arrastamo-nos e marchamos por entre a terra manchada e insistentemente avançamos em direção à paz. A guerra não vai terminar hoje, mas a paz está aqui do lado!

Intimidade é gerada na Cruz

Depois de 7 meses sem postar aqui resolvi que eu deveria continuar a escrever e descrever.
Nesses 7 meses vivi tempos intensos, tempos de aprendizado, amadurecimento, conquistas e muito mais então eu teria muito a dizer e passaria horas escrevendo, mas não vou fazer isso, serei breve. =)


Em um certo dia, em um momento de total entrega a Deus Ele veio sobre mim com toda a sua sabedoria e me tirou de uma prisão que muitas pessoas ainda permanecem, a prisão da distância, da frieza e da falta de amizade com o Espírito Santo. Neste dia Ele me mostrou onde deveriam ficar todas as nossas alegrias, tristezas e tudo o que acontecer em nossas vidas. Na cruz!

A cruz é um lugar de sacrifício, um lugar onde Jesus morreu por mim, se fez maldição por mim, tomou sobre si as minhas dores, tristezas e tudo o mais que há de ruim. Porém é através da cruz, através da mensagem da  cruz  que a intimidade com o Pai foi restaurada e por que a intimidade foi restaurada por um preço tão alto e nós muitas vezes não desfrutamos dela, não nos importamos com ela?
Deus não é um velhinho sentado com sua enorme barba em um trono que fica anotando todos os seus erros; Ele é um Pai de amor, que está com os braços abertos pra te receber todas as vezes que você vira as costas pra Ele ou todas as vezes que você se esquece dos seus princípios. Ele está sempre esperando boas notícias, Ele está sempre esperando poder te ajudar em meio aos problemas. Mas muitas vezes com a correria do dia a dia, e com a mania de Fast food que temos fazemos tudo do nosso jeito e no nosso tempo e deixamos Ele nos esperando e nos esperando fazendo com que o sacrifício de seu unigênito seja em vão.
Pegue todos os dias o seu telefone divino e fale com o Pai, conte como foi o seu dia, o que você errou, o que foi bom e o que poderia melhorar, Ele espera um relacionamento com você e não apenas orações cheias de Deus abençoe isso ou aquilo. Quando abrimos nossas vidas ao Pai ele vem com o socorro, vem com o carinho, com o abraço e com a disciplina também, pois Ele é um Pai de amor, é um amigo!

Gere intimidade!

Fiquem com o Rei dos reis!


Eu em palavras....


Eu nasci em 1987, ano em que aconteceu um acidente nuclear em Chernobil, considerado o maior, morava na brasilândia, apesar de ter ficado pouco tempo eu amo aquele lugar, eu voei escada abaixo com minha motoca e tinha uns amigos vizinhos, meu irmão viu eu caindo, minha mãe não trabalhava e depois começou a trabalhar e eu fiquei doente por isso, estudei em 9 escolas ao todo e uma delas era o stella rodrigues, eu mudei de classe e também fiquei doente por isso e ai a escola me deixou na antiga sala com a professora que eu tinha me apegado, depois mudei para a freguesia do ó em um predinho de 4 andares, a gente morava no 3° e uma menina que era vizinha me bateu e deixou minhas costas toda ralada, minha mãe viu minhas costas que eu tentei esconder e fez eu descer e arrancar os cabelos da menina eu subi com um tufo de cabelos na mão, foi a minha primeira briga, depois disso apanhei outras vezes, eu fazia ballet no clube palmeiras mas perdi a carteirinha e fiquei com medo da minha mãe brigar e desisti de ser bailarina, minha Tia Carol já estava no 7° ano e era linda dançando mas sua patela não ajudava, meus pais adotaram um irmão que hoje é meu irmão de verdade, eu mudei de escola como que quem muda de roupa, não fiz muitos amigos por isso, na escola todo mundo me zoava por eu ser bv mas ninguém entendia como eu pudia ser crente e doida ao mesmo tempo, na igreja eu era amiga dos amigos do meu irmão por isso eu era a mais nova e a mais zuada, em uma nova escola com 13 anos eu decidi que eu era clubber, meus pais separaram quando eu tinha 14 anos e eu virei punk, conheci o Bruno com 15 que hoje se tornaria meu marido, aos 15 eu ainda era punk um menino me chamou de Cassia Eller (por conta do cabelo curto e o coturno) e me bateu, meu irmão do meio foi na escola com uma arma, eu repeti o 1° colegial e mudei de colégio de novo, a Pamela disse que não é desculpa a separação dos meus pais, mas eu acho que é, no colégio novo eu estudava com o Feliph o qual não me dou muito bem até hoje, trabalhei no Mackenzie, na Papelivros, na Galeria do Rock, na Element, conheci o Douglas Timtim que hoje é meu amigo, na Atento (quem não trabalhou?) e hoje na Skyseg, conheci uns amigos no 3° colegial dentre eles o Diogo França, virei "emo", reggueira, axezeira, pagodeira e retornei ao bom e velho rock, através do Diogo conheci a Pamela Brambilla, eu gosto de ter amigos, eu amo pequeno príncipe, minha Tia Carol e minha mãe me falavam sempre dele e elas tinham um livro, eu dei um livro dele pra Pamela, mas ela fala que já gostava dele, mas ela nunca tinha lido, então fui eu que incentivei ela a gostar dele de verdade, gosto de ler, menos livros sobre casamentos mas o meu Bispo me pediu para ler um desses há uns 2 anos mas eu ainda não li, gosto de receber coisas pelo sedex, por isso eu sempre compro pela internet, uma vez o meu sedex foi furtado mas eu recebi o dinheiro de volta e continuei comprando coisas pela internet, amo internet fico ligada em tudo e em todos, com 22 anos eu me casei a Pamela e o Dere foram meus padrinhos e muita gente achou que eu estava grávida, mas até agora o bebê não nasceu, todos quando descobrem que sou casada me perguntam do bebê, mas eu ainda não tenho um bebê gente, eu tenho miopia e não pretendo operar e também tenho rinite e não pretendo ir no médico pra fazer um tratamento, odeio médico e não confio em policial, meus pais são advogados mas não creio que advogados vão para o céu, brincadeira, A Michele agora briga comigo pra eu ir no médico e minha Tia Carol a que dançava ballet também briga, O Bruno só pensa em não ter um bebê e eu queria um bebê, ah eu amo melissa, eu tinha uma da branca de neve mas eu dei e tinha uma verde fluor mas eu dei também, mas tenho umas que eu ainda não dei, eu ainda danço ballet mas não me tornei uma bailaria por ter perdido a carteirinha do clube palmeiras e a pouco me lesionei, minha patela também não me ajudou, mas em janeiro eu volto a dançar.

Isso sou eu em palavras, mas o mais importante não é o que vivi, o que passei, o que gosto e o que não gosto, o importante hoje para mim é que Deus me ama como eu sou, não importa o que eu visto, o que eu tenho, o que eu falo, o que eu penso, Ele mandou eu vir como estou e hoje me transforma a cada dia em uma pessoa melhor.

Creio que ele possa mudar a vida de um advogado! ;)

Imagine!



Rodando alguns blogs achei um em que citava a música "Imagine" de John Lennon e contava sobre uma menina que disse "Legal, ele era um sonhador, mas foi para o inferno" eu rapidamente fui ver a tradução da música, e confesso que achei ela linda e inspiradora, mas me apeguei mais a este trecho:

"Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
você se juntará a nós
E o mundo será como um só"

Nessa era internaútica, com redes sociais, integração e interação total entre pessoas temos vistos muitas opiniões, vlogs ótimos, bons posts, ótimos pensamento e sonhos. Vemos as pessoas se posicionando com suas opniões e crenças e eu poderia citar aqui um leque de coisas que chega até nós pela Internet. Se John Lennon tivesse vivido essa época muitas pessoas seguiriam o sonho dele e apoiariam suas idéias de vida e passariam a propagar isso pelas redes a fora. Mas ai coloco no contexto "religião". Eu como uma boa cristã quero propagar aquilo que creio, mas isso não basta!
O que adianta eu sair por ai me posicionando, postando, fazendo vídeos que nos levem a pensar sobre a vida, sua origem e seu fim se eu não pertencer a isso, se eu não viver isso e se eu não souber o que é isso. Lennon lutava pela paz, sonhava e propagava seus ideais, lutou contra a guerra do vietnã, ele queria que o mundo vivesse em paz, queria que não existisse ganância, que não existisse guerra de qualquer origem que fosse, mas o que ele não sabia é que a verdadeira paz nós encontramos em uma única pessoa, que veio ao mundo, viveu como um de nós, propagou a justiça e a vida, viveu santamente, lutou pelo paz, pela alegria, pela santidade e morreu, em um ato de amor, deu a sua vida pela nossa.
Lennon morreu sem conhecer a verdade, lutou contra o vento, propagou ideais que seriam reais se ele tivesse vivido a verdade. Mas ele sonhou com algo que não chegou a viver.
Só conseguiremos impactar vidas, e mudar o mundo se nós vivermos a verdade, se vivermos a paz, se vivermos e respirarmos Jesus!
Então:

"Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
você se juntará a nós
E o mundo será como um só"

Fique com o Rei dos reis!

Árvore da Vida



“Mas esse é, talvez, o maior mérito do filme: disponibilizar uma bíblia de referências para todas as possibilidades da vida. E não joguei a palavra “bíblia” aqui à toa.

O filme mexeu tanto comigo que me fez reconsiderar até mesmo minha posição com relação à fé. Ela é um pouco complexa (e indefinida) demais para eu poder dividi-la hoje aqui com você, mas, apenas para continuar a discussão, digamos que eu já tinha resolvido que fé era uma coisa que não faria parte da minha vida. Mas aí chega Malick e me reapresenta a Graça Divina como o único amor que de fato pode nos salvar – como não me sentir cutucado com isso? As perguntas que Jack – e eventualmente seu pai e sua mãe – colocam ao Criador são longe de ser tolas, ou simplesmente retóricas. São pontuais e indispensáveis para nos fazer pensar na cena que estamos vendo – e nos provocar por muito tempo depois que saímos do cinema. Por exemplo: “Por que eu devo ser bom se você não é?”, pergunta Jack a certa altura (em off), sem nos dar uma pista precisa se ele está se referindo a seu pai o ao seu (nosso) Deus – ou talvez, novamente, seja tudo a mesma coisa. E eu te desafio: qual o filho que nunca pensou isso do pai?”

Zeca Camargo em seu blog no g1.

(Retirado do Tumblr vulgocarlao)

Amar...


"Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto , você não deve entregá-lo á ninguém , nem mesmo a um animal. Envolva o cuidadosamente em seus hobbies e pequenos luxos, evite qualquer envolvimento, guarde o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro , sem movimento , sem ar - ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar se indestrutível, impenetrável , irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia é a condenação. O único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e pertubações do amor é o inferno."
[Em "Os quatro amores"] C.S. LEWIS

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